Assistente de acusação
Atua ao lado do Ministério Público: pede provas, faz perguntas nas audiências e recorre se a decisão for injusta.
Para a mulher que sofreu violência sexual
A vítima pode ter advogado próprio no processo criminal. Não é para acusar no lugar do Ministério Público, e sim para garantir que a sua voz, a sua prova e o seu direito à reparação não fiquem pelo caminho. Você não precisa passar por isso sozinha.
Sua segurança e sua saúde vêm antes de qualquer processo.
Atua ao lado do Ministério Público: pede provas, faz perguntas nas audiências e recorre se a decisão for injusta.
Medidas protetivas para afastar o agressor e proibir qualquer contato com você e sua família.
Vigilância para que você não seja exposta nem humilhada, e para que o acusado seja retirado da sala quando a sua presença o intimidar.
Pedido de reparação já na sentença criminal e, quando couber, ação própria pelos danos morais e materiais.
Não é obrigatório. Mas o promotor representa a sociedade, não você. O advogado da vítima cuida dos seus interesses: prova, proteção e reparação.
Muitas vezes, sim. Cada caso tem seu prazo, e ele precisa ser calculado com os fatos à mão. Converse antes de concluir que é tarde.
Processos de crimes contra a dignidade sexual correm em segredo de justiça, e a sua identidade é preservada em todas as fases.
Sim. Quando a vítima é criança ou adolescente, o contato costuma vir dos pais ou responsáveis.
A primeira conversa é reservada, sem compromisso e sem pressa.